João Pessoa (PB), 3 de agosto de 2026. A SKYTRADER TECNOLOGIA E SOFTWARES LTDA lançou neste domingo, 3 de agosto, a Classificação SkyTrader, sistema de selos por mérito que organiza as carteiras do marketplace da plataforma em quatro níveis: Bronze, Prata, Ouro e Diamante. A régua combina dois eixos. O primeiro é o desempenho, medido em estudo mensal. O segundo é o tempo de prova, contado em pregões de mercado real.
No eixo do desempenho, o estudo mensal compara as carteiras do catálogo entre si por dominância: recebe classificação quem entrega mais resultado sem carregar risco desproporcional, considerando medidas como perda máxima acumulada, pior dia e consistência. Tudo sai do extrato real das operações, com um filtro anti-fantasma que descarta qualquer registro que não corresponda a operação de verdade. Nada de backtest, nada de curva simulada.
No eixo do tempo, a idade em pregões define até onde a carteira pode subir. Bronze pede 60 pregões ou mais, cerca de três meses de mercado. Prata, 90. Ouro exige 120. Diamante, o topo da escada, só com 150 pregões de operação real, perto de sete meses e meio de calendário. O mérito decide quem entra na classificação; o calendário decide até onde ela sobe. Atalho de marketing não vira Diamante.
No ciclo inaugural, 18 carteiras receberam classificação de um catálogo de 43: seis Diamante, oito Prata e quatro Bronze. Ausência de símbolo não é reprovação. Significa carteira em formação ou fora dos critérios naquele ciclo, e a porta reabre no mês seguinte.
A revalidação é mensal e automática, com uma máquina de estados transparente: a carteira classificada fica ativa, pode acender a bandeira de observação e, em caso grave, é suspensa. Quando uma carteira desce de nível, a plataforma comunica o fato e para por aí. O rebaixamento informa, nunca aconselha. A metodologia completa, com critérios e calendário de cada ciclo, está pública em skytrader.com.br/metodologia-classificacao.
Vale dizer com todas as letras o que a Classificação SkyTrader não é: não é recomendação de investimento e não substitui o julgamento de quem investe. A decisão é sempre do cliente. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
"Selo que não pode cair não mede nada. O nosso roda a régua todo mês, sobre extrato real. E o que fazer com essa informação é decisão do cliente, sempre", afirma Walter Wolseley, fundador da SkyTrader.