Toda carteira classificada na SkyTrader carrega um símbolo. Ele não é enfeite: é o resumo de uma régua que mede desempenho no extrato real e volta a medir todo mês. Esta página abre a metodologia inteira, sem letra miúda.
A Classificação SkyTrader é o sistema que a própria SkyTrader usa para organizar as carteiras e estratégias da plataforma em quatro níveis: Bronze, Prata, Ouro e Diamante. Metodologia nossa, critérios publicados, revalidação mensal.
Ela nasceu de uma pergunta que todo investidor de copy trading já se fez: como saber se a carteira que brilhou no mês passado aguenta o mês que vem? Ranking de rentabilidade não responde isso. Ranking mostra quem subiu mais rápido, e quem sobe rápido demais costuma ser justamente quem desaba. A classificação ataca o problema por outro ângulo: mede mérito no extrato real e cobra tempo de prova antes de dar qualquer símbolo.
No ciclo de estreia, em agosto de 2026, 18 carteiras receberam classificação. As demais seguem no catálogo normalmente, sem símbolo: ausência de selo significa "ainda em formação" ou "fora dos critérios neste ciclo", nunca reprovação pública.
Pregão é cada dia em que a bolsa abre. É a unidade de tempo da classificação: conta apenas dia de mercado de verdade, com operação registrada em conta real. O nível de uma carteira reflete quanto tempo de prova ela já atravessou.
A porta de entrada. Carteira emergente, com base curta de dados. O símbolo já indica mérito, mas o rótulo é honesto: histórico recente, trate como recente.
Sobreviveu ao primeiro teste do tempo. Já atravessou meses diferentes, mercados diferentes, e seguiu entregando dentro da régua.
Meio ano de prova em conta real. Consistência deixou de ser promessa e virou padrão observado, mês após mês.
O topo da escada. Mais de 150 pregões de mercado real mantendo mérito na régua. Poucas chegam. E ficar lá exige revalidar todo mês, como qualquer outra.
Como os dois eixos se combinam: o mérito decide quem entra na classificação; a idade em pregões define até qual nível a carteira pode subir. Uma carteira excelente com 70 pregões de vida é Bronze, por mais bonita que seja a curva. Não existe atalho de marketing para virar Diamante: só o calendário, pregão a pregão, com a régua sendo cumprida.
Todo mês, um estudo compara as carteiras do catálogo entre si: resultado, perda máxima acumulada, pior dia, consistência. Recebe classificação quem domina esse conjunto de medidas frente às demais, ou seja, quem entrega mais sem carregar risco desproporcional.
E a fonte dos números importa: tudo sai do extrato real das operações, registrado na conta de medição. Nada de backtest, nada de curva simulada, nada de print.
Mérito sem tempo é foto; a classificação quer o filme. Por isso o nível (Bronze, Prata, Ouro ou Diamante) é dado pela idade da carteira em pregões: 60, 90, 120 e 150 dias de mercado real, respectivamente.
Detalhe que a gente faz questão de manter: a classificação vale por ativo. Uma estratégia forte no índice que passe a operar outro mercado recomeça a escada do zero naquele ativo. Histórico não se transfere.
Cada ciclo de classificação gera um registro com data, dados usados e resultado, que fica guardado de forma auditável. Ajuste manual existe? Existe, em situações excepcionais, e quando acontece fica gravado no histórico com autor e motivo. Transparência aqui não é slogan: é o formato do banco de dados.
O maior defeito dos selos tradicionais é que eles envelhecem pendurados na parede. O nosso não fica pendurado: todo mês a régua roda de novo, sobre os dados do mês fechado, e o resultado substitui o anterior.
O estudo mensal reprocessa o extrato real do mês que fechou, para todas as carteiras do catálogo. Quem cumpriu os critérios mantém ou sobe; quem degradou muda de estado.
Subidas, quedas e observações do ciclo ficam visíveis. Cada classificação carrega a data da última revalidação, sempre. Símbolo sem data aqui não existe.
Toda mudança vira registro permanente na linha do tempo da carteira. Quem caiu não some da história: o trajeto completo, com subidas e quedas, fica consultável.
Entre manter e perder o símbolo existe um meio do caminho, e ele é público. A classificação trabalha com três estados possíveis, sem discricionariedade escondida.
A carteira cumpriu os critérios na última revalidação. O símbolo aparece pleno, com a data do ciclo ao lado.
Um mês negativo, por exemplo, acende a bandeira âmbar. É natural do mercado e não derruba ninguém sozinho: a carteira segue classificada, com o alerta visível. Recupera no ciclo seguinte, sai da observação. Repete, desce de nível.
Estouro dos limites de perda da régua ou mudança não autorizada na forma de operar suspende a classificação na hora, sem esperar o fim do ciclo. O símbolo sai de exibição e o estado explica o porquê.
Tão importante quanto entender o que o símbolo mede é entender o que ele não promete. Quatro limites, ditos com todas as letras.
A classificação organiza informação para você comparar com critério. Ela não diz "invista aqui". A curadoria entrega dados; a decisão de investir, e a responsabilidade por ela, é sempre do cliente.
Diamante mede o passado com rigor; o futuro ninguém mede. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros, e isso vale para qualquer nível da escada.
Os símbolos são uma metodologia privada da SkyTrader. Não representam registro, autorização ou endosso de CVM, B3, ANBIMA ou qualquer entidade do mercado.
A régua mede a conta de referência da estratégia. O resultado na sua conta pode diferir por corretagem, velocidade de execução e condições da sua corretora. A diferença costuma ser pequena; existir, existe.
É um dia em que a bolsa abre e opera. Feriado e fim de semana não contam. Quando dizemos que uma carteira tem 150 pregões de histórico, estamos falando de 150 dias reais de mercado com operação registrada em conta, o que dá em torno de 7 meses de calendário.
Pode, e essa é a essência do sistema. A classificação é revalidada todo mês. Se a carteira degradar, primeiro acende a observação; persistindo, desce de nível. Quebra grave suspende na hora. Um símbolo que não pudesse cair não estaria medindo nada.
Quase sempre é questão de idade: abaixo de 60 pregões a carteira está "em formação" e ainda não entra na escada, por melhor que esteja indo. Também pode ter ficado fora dos critérios de mérito no ciclo. Sem símbolo é um estado neutro, não uma nota vermelha.
A metodologia é da SkyTrader e roda sobre o extrato real das operações, de forma automatizada, com registro auditável de cada ciclo. Confiança aqui não se pede, se verifica: os critérios estão nesta página, cada símbolo carrega a data da revalidação e o histórico de subidas e quedas fica à vista. Se um dia o símbolo mentir, ele perde o valor. Nós sabemos disso melhor do que ninguém.
Você fica sabendo, com motivo e dado junto. A partir daí a escolha é sua: manter, migrar para outra carteira ou encerrar. A plataforma não decide por você e não aconselha caminho, porque isso deixaria de ser informação e viraria recomendação, coisa que a classificação não é e não pode ser.
Os símbolos estão aplicados nas carteiras dentro da plataforma, cada um com sua data de revalidação. Compare, questione, tire suas conclusões. A régua está aí para isso.